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Desmatamento afasta financiadores do agronegócio

Cargill, Bunte e ADM foram excluídas de dois fundos administrados pelo Danske Bank. Administrando atualmente € 237 bilhões (R﹩ 1,53 trilhão), a instituição é o segundo maior gestor de ativos escandinavo. A informação, publicada pelo jornal Folha de S. Paulo, consta em uma lista de restrição de investimentos do fundo publicada em setembro de 2020, quando o Brasil enfrentava nova alta nas queimadas na Amazônia, no Cerrado e no Pantanal.

Conforme informou à imprensa o diretor de investimento sustentável do Danske Bank, Erik Eliasson, “Até que haja uma agenda política mais forte e planos de ação e compromissos concretos para proteger as florestas tropicais, as empresas que compram na região provavelmente estarão expostas e contribuindo para o desmatamento das florestas, independentemente de quão fortes práticas de manejo possam ter. Por sua vez, essas empresas podem ser afetadas por graves riscos de reputação e diminuição da demanda do consumidor.”

O monitoramento ambiental de cadeias globais de commodities já é feito por algumas organizações. Em setembro, quando as gigantes foram excluídas dos fundos escandinavos, a ONG americana Mighty Earth informou que Bunge e Cargill são as piores infratoras por altos riscos de desmatamento nas cadeias de abastecimento, após analisar o ranking dos principais comerciantes de soja. Seu relatório informa que “Independentemente dos problemas em todas as cadeias de abastecimento, é claro que a Bunge e a Cargill se destacam do resto em termos de políticas fracas de sustentabilidade da soja, monitoramento, relatórios e divulgação insuficientes, áreas de abastecimento de alto risco e, o mais importante, os grandes volumes de liberação dentro de suas cadeias de abastecimento”.

Outro sistema de monitoramento, da Trase, divulgou relatório em junho do ano passado mostrando que Bunge e Cargill são as empresas mais expostas a risco de desmatamento no Mato Grosso, o maior produtor de soja do Brasil, entre os negociadores da commodity que exportam para a China. No caso da exportação para a União Europeia, a ADM também aparece entre as mais expostas.

Eliasson lembrou que dados do Inpe divulgados em novembro do ano passado confirmaram que o desmatamento atingiu seu nível mais alto desde 2008, transformando 2020 em um dos piores anos em mais de uma década, em termos de hectares de terra desmatada. “Apesar dos compromissos das empresas [com políticas de proteção ambiental], a taxa anual de desmatamento das florestas tropicais da Amazônia continua em um ritmo alarmante”, declarou à imprensa.

Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2021/02/fundo-escandinavo-exclui-cargill-bunge-e-adm-por-desmatamento-no-brasil.shtml

Incêndios na Amazônia fizeram dia virar noite em São Paulo, diz meteorologista

Os moradores da cidade de São Paulo se depararam nesta segunda-feira, 19, com “o dia virando noite”, por volta das 15h30. O fenômeno, que viralizou nas redes sociais, tem relação com as queimadas realizadas nas regiões Centro Oeste e Norte do Brasil.

Tatiana Vasconcellos

@tavasconcellos

o marcelo pinheiro, da @climatempo, nos explicou essa escuridão : nuvem cumulonimbus beeeeem carregadas + queimadas no mato grosso e mato grosso do sul cuja fumaça o vento trouxe para sp. parabéns aos envolvidos.

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MetSul.com@metsul

CLIMA | Já o fogo em na Bolívia segue sendo combatido. As áreas mais atingidas estão no departamento de Santa Cruz. O grande incêndio teria começado com queimadas deliberadas na região.

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MetSul.com@metsul

IMAGEM | De manhã informamos que a fumaça avançava pra São Paulo. O céu é o principal assunto na capital paulista nesta tarde. Nuvens de uma frente fria e a fumaça das queimadas e incêndios deixam a capital paulista assim. Imagem via @moisselle.

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MetSul.com@metsul

🌳🔥 O modelo de dispersão do Sistema @CopernicusEU mostra a pluma de fumaça avançando nesta manhã da região amazônica e interior do continente justamente para o Norte paranaense que está com situação pré-frontal.

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MetSul.com@metsul

🔥💨 A projeção é que a pluma de fumaça atue hoje no fim do dia e durante a terça-feira com mais força no Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e estado de São Paulo.

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Do Brasil 274

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Projeto Brasil 2030

                                 PROJETO BRASIL 2030- 

1-Projeto Brasil 2030- 180 mil escolinhas de futebol em todo o Brasil 

2-Judô Para Todos-prática de judô em todas as escolas estaduais e municipais do Brasil 

3-Fábrica de bolas, redes e uniformes em presídios, centros comunitários e em comunidades (favelas) 

1-PROJETO BRASIL 2030 

1- O Projeto Brasil 2030 é um estudo elaborado pelo Instituto Rondon, destinado a oferecer aos governos federal, estaduais e municipais uma pção para melhorar a educação do jovem, aliando estudo com a prática de esportes como é feito nos Estados Unidos e em outros países desenvolvidos.  Tem como objetivos incentivar a prática do futebol nas mais de 180 mil escolas públicas (120 mil municipais e 60 mil estaduais), além de mais de 10 mil privadas, universidades (públicas e privadas); O PB2030 vai descobrir talentos e gerar milhares de empregos diretos e indiretos. O PB2030 visa criar milhares de escolinhas de futebol nas escolas e universidades de todo o País, realizar campeonatos municipais, intermunicipais e interestaduais num prazo de 10 anos, começando em 2020.  

1a-O PB2030 terá investimentos oriundos das loterias brasileiras (Caixa) e patrocínios de empresas privadas e pÚblicas. E, quem sabe, de cassinos que podem ser liberados no Brasil. 

1b-Cada município deverá ter o número de escolinhas de futebol de acordo com a quantidade de escolas existentes.  

1c-Cada  escolinha de futebol receberá recursos financeiros para pagar treinadores, comprar equipamentos como bolas, redes, uniformes, etc. 

1d-O estado receberá recursos para a construção de campos de futebol para atender aos municípios. As escolinhas de futebol poderão utilizar os estádios de futebol construídos para a Copa do Mundo de 2014. 

1e-As escolinhas de futebol usarão os estádios municipais ou privados existentes, mediante pagamento de aluguel ou cessão gratuita. 

2a-Atletas das escolinhas de futebol terão prioridades nas escolas, terão vales transporte, vale alimentação e os melhores terão um valor mensal tipo bolsa atleta. 

2b-Atletas de escolas e universidades privadas terão 100% de bolsa nas mensalidades, além dos benefícios. 

2c- Atletas jogadores bem avaliados, poderão eventualmente ser “vendidos” pelas escolas para grandes times de futebol brasileiros, mas o foco não será esse e sim manter o aluno nas escolas. 

2d-A importância do projeto é que os atletas nunca deixarão de estudar para jogar bola, sendo condição inegociável. Hoje o jovem que deseja ser jogador de futebol recorre às escolinhas de futebol pagas. Muitos viajam para longe de casa, se alojando em clubes de futebol que não oferecem o mínimo de segurança (caso CT do Flamengo). Com as escolinhas nas escolas, este desejo nunca despertará. 

3-Existem cerca de 180 mil escolas no País, sendo 120 mil municipais e 60 mil estaduais, além de centenas de universidades públicas e privadas. No mínimo teremos cerca de 180 mil escolinhas de futebol, que envolverão diretamente mais de 2 milhões de estudantes atletas em diversas categorias.  

3 a- Serão realizados anualmente campeonatos municipais, estaduais e interestaduais em diversas categorias, inclusive feminino. O representante de cada município disputará quem será o representante de cada estado em um campeonato nacional. 

3b-Todos os atletas de escolas particulares ou universidades privadas não pagarão mensalidades, ou seja, receberão 100% de bolsa. 

3c-As bolas, redes, uniformes serão adquiridas junto à presídios, centros comunitários, nas comunidades (favelas). 

Meta: até 2030 o projeto deverá descobrir novos talentos do futebol, além de envolver milhões de estudantes com o esporte. O Projeto revolucionará o setor, podendo ser o melhor sistema de inclusão, redução da violência e a formação de excelentes cidadãos que comandarão o Brasil no futuro. 

Modelo americano 

Nos Estados Unidos as escolinhas de futebol são obrigatoriamente ligadas às escolas e universidades. Lá os estudantes atletas tem em meta Copa do Mundo, ser Neymar? Não!!! Tem em meta entrar na universidade. Mais cedo ou mais tarde, a vida de todo adolescente brasileiro que estuda e pratica alguma modalidade esportiva a sério desemboca em um dilema: abandonar o sonho de ser um atleta profissional para se dedicar aos estudos ou deixar os livros de lado para se concentrar exclusivamente no esporte? É uma dúvida cruel, mas existe uma saída para conciliar as duas coisas: buscar uma vaga em uma universidade americana

Os Estados Unidos têm uma longa tradição de união entre educação e esporte, e as universidades do país possuem equipes de dezenas de modalidades. As ligas universitárias americanas, com diversos atletas com experiência em Mundiais e Jogos Olímpicos, permitem aos alunos competir em alto nível sem deixar de lado a formação educacional, por isso atraem jovens do mundo tudo – inclusive do Brasil. Atualmente, há cerca de 19.000 brasileiros estudando em universidades americanas, dos quais aproximadamente 1.600 estão em equipes esportivas. De acordo com o Education USA, órgão do governo americano responsável por orientar candidatos a ingressar em universidades americanas, os esportes mais procurados por brasileiros interessados em ir para os Estados Unidos  são futebol, vôlei e tênis. Marta Bidoli, coordenadora do Education USA no Brasil, onde a agência tem 32 escritórios, diz que há uma segunda vantagem em ir a uma universidade americana, além de poder conciliar estudo e esporte. “Quem ingressa em uma equipe esportiva de uma universidade de lá pode ganhar uma bolsa de estudos parcial ou até mesmo total.” 

Um aparte importante: não há ensino superior gratuito nos Estados Unidos. Estudar em uma universidade do país custa entre 10.000 e 60.000 dólares por ano (aproximadamente entre 32.800 e 196.600 reais), dependendo do prestígio da instituição. Não é barato, por isso uma bolsa é algo mais que bem-vindo. E consegui-la depende única e exclusivamente do talento do aluno-atleta

“Quem toma as decisões sobre bolsas é o treinador da equipe da universidade, que tem um orçamento. Ele avalia o talento do candidato e decide se vale a pena oferecer uma bolsa, e de qual percentual”, explica Bidoli

Diploma valioso 

Tornar-se um profissional nas quadras ou campos não é o objetivo de todos os que vão aos Estados Unidos por meio do esporte. Segundo Marta Bidoli, a maioria dos brasileiros que ingressam em universidades americanas para integrar equipes esportivas não tem essa pretensão. A ideia, nesse caso, é continuar praticando esporte em alto nível até conseguir o diploma universitário e, então, ingressar na carreira escolhida. Esse é o plano de Ana Beatriz Franklin, carioca de 19 anos que faz parte da equipe de vôlei da universidade Ohio State, uma das mais tradicionais do país nos esportes. “Eu não queria parar de jogar vôlei, nem deixar de estudar. No Brasil, é difícil conciliar essas duas atividades em alto nível. E o circuito universitário americano é muito forte”, conta. 

Obs: O senador ou deputado federal deverá ir aos Estados Unidos colher informações de como proceder para viabilizar o Projeto Brasil 2030. Contato nos Estados Unidos- Bruno Costa, brasileiro de Rondônia que é diretor de futebol de um importante clube americano. 

2-JUDÔ 

[Quebra da Disposição de Texto] 

2- JUDÔ- Projeto Judô em todas as 180 mil  escolas brasileiras. Os recursos para o Projeto Judô Nas Escolas também viriam das loterias e outras fontes. 

3a-Cada judoca de escola pública  receberá uma bolsa atleta, sendo que os de escolas e universidades particulares não pagarão mensalidades, recebendo bolsa integral para custear os estudos. Este projeto vai melhorar os índices olímpicos do Brasil, além de formar cidadãos disciplinados para o futuro. 

3-Fábricas de bolas, uniformes 

5-Fábrica de bolas, redes e uniformes em presídios, centros comunitários e em comunidades (favelas). Para atender às mais de 180 mil escolinhas de futebol que serão criadas com o Projeto Brasil 2030, serão incentivadas à criação de fábricas de bolas, redes, uniformes em presídios, centros comunitários e nas comunidades (favelas) gerando emprego e renda para milhares de pessoas. 

Elaborado por Instituto Rondon 

Roberto K. Moraes 

Presidente 

Contato@institutorondon.com.br 

zap: 061.98254-1644 

Projeto “Pago para ler”

Mais um projeto sendo elaborado pelo Instituto Rondon. Projeto “Pago para ler” consiste na remuneração no valor de meio salário mínimo por mês às pessoas inscritas no programa para lerem livros previamente listados. O objetivo do projeto, é, claro, incentivar a leitura. A remuneração é um incentivo para que as pessoas, além de ler um bom livro, adquiriram o saudável hábito da leitura que é a base do conhecimento. A leitura abre portas. Com este incentivo o número de leitores com certeza acrescerá no Brasil, cuja estatística não é nada satisfatória. O hábito da leitura, além de aumentar o conhecimento, servirá para melhorar o aprendizado, a interpretação de textos a melhora na confecção de uma redação.

O hábito da leitura

Qual o significado da leitura para as pessoas? A maior parte das pessoas não tem o hábito da leitura e cada vez fica mais difícil isso acontecer, o que é uma pena. Motivos: falta de tempo, preguiça, escolha por outro hobby ou simplesmente falta de hábito. Sim, a leitura é um hábito muito saudável, pois é uma excelente forma de aprendermos, de refletirmos e também de se divertir. O aprendizado está intimamente ligado com a leitura.Localizei a pesquisa do link http://veja.abril.com.br/noticia/educacao/habito-de-leitura-no-brasil-cai-ate-entre-criancas, que apesar de ser de 2012, não deve ter significativas alterações e mostra que leitura e escolaridade estão ligadas. Não acredito que o motivo seja a exigência das escolas e sim que, quanto mais estudamos, mais queremos aprender, pois desejamos sair da mesmice e entendemos que para o sucesso seja alcançado, é necessário pensar melhor sobre os assuntos que estamos envolvidos.Bom, quer adquirir esse hábito? Que tal experimentar livros que o divirtam? Quem já leu um romance ou policial que o tira da realidade? É fantástico! Pode ser um início, além do que, é a melhor forma de aprender a escrever. Sim, quem lê, escreve melhor.

Projeto Brasil Sem Fome

O Instituto Rondon está elaborando o projeto Brasil Sem Fome (BSF). O projeto consiste na aquisição de uma extensa área de terras onde serão produzidos produtos agrícolas sem agrotóxicos, utilizando as modernas técnicas de cultivo, levando em consideração a sustentabilidade. A “fazenda” do BSF será totalmente auto sustentável, produzindo a própria energia (solar, gás, biodiesel). É o instituto da agroecologia, uma forma de agricultura sustentável que retoma as concepções agronômicas anteriores à chamada revolução verde. No projeto BSF serão aplicadas práticas de agricultura que incorporam as questões sociais, políticas, culturais, ambientais, energéticas e éticas.


Estufa de 4,7 metros de altura, que proporciona maior conforto térmico para as plantas, aumenta a qualidade e a produtividade de hortaliças, principalmente no período chuvoso, modelo exposto na ExpoagroDF 

No projeto BSF serão instaladas vilas residenciais, escola, creches, centro comunitário cultural, quadras esportivas e posto de saúde.

Os produtos cultivados na “fazenda” do BSF serão destinados à venda para supermercados, feiras, prefeituras, hospitais, creches, além de destinados à doações à pessoas atingidas por tragédias naturais.

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