Projeto Brasil 2030

Projeto Brasil 2030

                                 PROJETO BRASIL 2030- 

1-Projeto Brasil 2030- 180 mil escolinhas de futebol em todo o Brasil 

2-Judô Para Todos-prática de judô em todas as escolas estaduais e municipais do Brasil 

3-Fábrica de bolas, redes e uniformes em presídios, centros comunitários e em comunidades (favelas) 

1-PROJETO BRASIL 2030 

1- O Projeto Brasil 2030 é um estudo elaborado pelo Instituto Rondon, destinado a oferecer aos governos federal, estaduais e municipais uma pção para melhorar a educação do jovem, aliando estudo com a prática de esportes como é feito nos Estados Unidos e em outros países desenvolvidos.  Tem como objetivos incentivar a prática do futebol nas mais de 180 mil escolas públicas (120 mil municipais e 60 mil estaduais), além de mais de 10 mil privadas, universidades (públicas e privadas); O PB2030 vai descobrir talentos e gerar milhares de empregos diretos e indiretos. O PB2030 visa criar milhares de escolinhas de futebol nas escolas e universidades de todo o País, realizar campeonatos municipais, intermunicipais e interestaduais num prazo de 10 anos, começando em 2020.  

1a-O PB2030 terá investimentos oriundos das loterias brasileiras (Caixa) e patrocínios de empresas privadas e pÚblicas. E, quem sabe, de cassinos que podem ser liberados no Brasil. 

1b-Cada município deverá ter o número de escolinhas de futebol de acordo com a quantidade de escolas existentes.  

1c-Cada  escolinha de futebol receberá recursos financeiros para pagar treinadores, comprar equipamentos como bolas, redes, uniformes, etc. 

1d-O estado receberá recursos para a construção de campos de futebol para atender aos municípios. As escolinhas de futebol poderão utilizar os estádios de futebol construídos para a Copa do Mundo de 2014. 

1e-As escolinhas de futebol usarão os estádios municipais ou privados existentes, mediante pagamento de aluguel ou cessão gratuita. 

2a-Atletas das escolinhas de futebol terão prioridades nas escolas, terão vales transporte, vale alimentação e os melhores terão um valor mensal tipo bolsa atleta. 

2b-Atletas de escolas e universidades privadas terão 100% de bolsa nas mensalidades, além dos benefícios. 

2c- Atletas jogadores bem avaliados, poderão eventualmente ser “vendidos” pelas escolas para grandes times de futebol brasileiros, mas o foco não será esse e sim manter o aluno nas escolas. 

2d-A importância do projeto é que os atletas nunca deixarão de estudar para jogar bola, sendo condição inegociável. Hoje o jovem que deseja ser jogador de futebol recorre às escolinhas de futebol pagas. Muitos viajam para longe de casa, se alojando em clubes de futebol que não oferecem o mínimo de segurança (caso CT do Flamengo). Com as escolinhas nas escolas, este desejo nunca despertará. 

3-Existem cerca de 180 mil escolas no País, sendo 120 mil municipais e 60 mil estaduais, além de centenas de universidades públicas e privadas. No mínimo teremos cerca de 180 mil escolinhas de futebol, que envolverão diretamente mais de 2 milhões de estudantes atletas em diversas categorias.  

3 a- Serão realizados anualmente campeonatos municipais, estaduais e interestaduais em diversas categorias, inclusive feminino. O representante de cada município disputará quem será o representante de cada estado em um campeonato nacional. 

3b-Todos os atletas de escolas particulares ou universidades privadas não pagarão mensalidades, ou seja, receberão 100% de bolsa. 

3c-As bolas, redes, uniformes serão adquiridas junto à presídios, centros comunitários, nas comunidades (favelas). 

Meta: até 2030 o projeto deverá descobrir novos talentos do futebol, além de envolver milhões de estudantes com o esporte. O Projeto revolucionará o setor, podendo ser o melhor sistema de inclusão, redução da violência e a formação de excelentes cidadãos que comandarão o Brasil no futuro. 

Modelo americano 

Nos Estados Unidos as escolinhas de futebol são obrigatoriamente ligadas às escolas e universidades. Lá os estudantes atletas tem em meta Copa do Mundo, ser Neymar? Não!!! Tem em meta entrar na universidade. Mais cedo ou mais tarde, a vida de todo adolescente brasileiro que estuda e pratica alguma modalidade esportiva a sério desemboca em um dilema: abandonar o sonho de ser um atleta profissional para se dedicar aos estudos ou deixar os livros de lado para se concentrar exclusivamente no esporte? É uma dúvida cruel, mas existe uma saída para conciliar as duas coisas: buscar uma vaga em uma universidade americana

Os Estados Unidos têm uma longa tradição de união entre educação e esporte, e as universidades do país possuem equipes de dezenas de modalidades. As ligas universitárias americanas, com diversos atletas com experiência em Mundiais e Jogos Olímpicos, permitem aos alunos competir em alto nível sem deixar de lado a formação educacional, por isso atraem jovens do mundo tudo – inclusive do Brasil. Atualmente, há cerca de 19.000 brasileiros estudando em universidades americanas, dos quais aproximadamente 1.600 estão em equipes esportivas. De acordo com o Education USA, órgão do governo americano responsável por orientar candidatos a ingressar em universidades americanas, os esportes mais procurados por brasileiros interessados em ir para os Estados Unidos  são futebol, vôlei e tênis. Marta Bidoli, coordenadora do Education USA no Brasil, onde a agência tem 32 escritórios, diz que há uma segunda vantagem em ir a uma universidade americana, além de poder conciliar estudo e esporte. “Quem ingressa em uma equipe esportiva de uma universidade de lá pode ganhar uma bolsa de estudos parcial ou até mesmo total.” 

Um aparte importante: não há ensino superior gratuito nos Estados Unidos. Estudar em uma universidade do país custa entre 10.000 e 60.000 dólares por ano (aproximadamente entre 32.800 e 196.600 reais), dependendo do prestígio da instituição. Não é barato, por isso uma bolsa é algo mais que bem-vindo. E consegui-la depende única e exclusivamente do talento do aluno-atleta

“Quem toma as decisões sobre bolsas é o treinador da equipe da universidade, que tem um orçamento. Ele avalia o talento do candidato e decide se vale a pena oferecer uma bolsa, e de qual percentual”, explica Bidoli

Diploma valioso 

Tornar-se um profissional nas quadras ou campos não é o objetivo de todos os que vão aos Estados Unidos por meio do esporte. Segundo Marta Bidoli, a maioria dos brasileiros que ingressam em universidades americanas para integrar equipes esportivas não tem essa pretensão. A ideia, nesse caso, é continuar praticando esporte em alto nível até conseguir o diploma universitário e, então, ingressar na carreira escolhida. Esse é o plano de Ana Beatriz Franklin, carioca de 19 anos que faz parte da equipe de vôlei da universidade Ohio State, uma das mais tradicionais do país nos esportes. “Eu não queria parar de jogar vôlei, nem deixar de estudar. No Brasil, é difícil conciliar essas duas atividades em alto nível. E o circuito universitário americano é muito forte”, conta. 

Obs: O senador ou deputado federal deverá ir aos Estados Unidos colher informações de como proceder para viabilizar o Projeto Brasil 2030. Contato nos Estados Unidos- Bruno Costa, brasileiro de Rondônia que é diretor de futebol de um importante clube americano. 

2-JUDÔ 

[Quebra da Disposição de Texto] 

2- JUDÔ- Projeto Judô em todas as 180 mil  escolas brasileiras. Os recursos para o Projeto Judô Nas Escolas também viriam das loterias e outras fontes. 

3a-Cada judoca de escola pública  receberá uma bolsa atleta, sendo que os de escolas e universidades particulares não pagarão mensalidades, recebendo bolsa integral para custear os estudos. Este projeto vai melhorar os índices olímpicos do Brasil, além de formar cidadãos disciplinados para o futuro. 

3-Fábricas de bolas, uniformes 

5-Fábrica de bolas, redes e uniformes em presídios, centros comunitários e em comunidades (favelas). Para atender às mais de 180 mil escolinhas de futebol que serão criadas com o Projeto Brasil 2030, serão incentivadas à criação de fábricas de bolas, redes, uniformes em presídios, centros comunitários e nas comunidades (favelas) gerando emprego e renda para milhares de pessoas. 

Elaborado por Instituto Rondon 

Roberto K. Moraes 

Presidente 

Contato@institutorondon.com.br 

zap: 061.98254-1644 

Projeto “Pago para ler”

Mais um projeto sendo elaborado pelo Instituto Rondon. Projeto “Pago para ler” consiste na remuneração no valor de meio salário mínimo por mês às pessoas inscritas no programa para lerem livros previamente listados. O objetivo do projeto, é, claro, incentivar a leitura. A remuneração é um incentivo para que as pessoas, além de ler um bom livro, adquiriram o saudável hábito da leitura que é a base do conhecimento. A leitura abre portas. Com este incentivo o número de leitores com certeza acrescerá no Brasil, cuja estatística não é nada satisfatória. O hábito da leitura, além de aumentar o conhecimento, servirá para melhorar o aprendizado, a interpretação de textos a melhora na confecção de uma redação.

O hábito da leitura

Qual o significado da leitura para as pessoas? A maior parte das pessoas não tem o hábito da leitura e cada vez fica mais difícil isso acontecer, o que é uma pena. Motivos: falta de tempo, preguiça, escolha por outro hobby ou simplesmente falta de hábito. Sim, a leitura é um hábito muito saudável, pois é uma excelente forma de aprendermos, de refletirmos e também de se divertir. O aprendizado está intimamente ligado com a leitura.Localizei a pesquisa do link http://veja.abril.com.br/noticia/educacao/habito-de-leitura-no-brasil-cai-ate-entre-criancas, que apesar de ser de 2012, não deve ter significativas alterações e mostra que leitura e escolaridade estão ligadas. Não acredito que o motivo seja a exigência das escolas e sim que, quanto mais estudamos, mais queremos aprender, pois desejamos sair da mesmice e entendemos que para o sucesso seja alcançado, é necessário pensar melhor sobre os assuntos que estamos envolvidos.Bom, quer adquirir esse hábito? Que tal experimentar livros que o divirtam? Quem já leu um romance ou policial que o tira da realidade? É fantástico! Pode ser um início, além do que, é a melhor forma de aprender a escrever. Sim, quem lê, escreve melhor.

Projeto Brasil Sem Fome

O Instituto Rondon está elaborando o projeto Brasil Sem Fome (BSF). O projeto consiste na aquisição de uma extensa área de terras onde serão produzidos produtos agrícolas sem agrotóxicos, utilizando as modernas técnicas de cultivo, levando em consideração a sustentabilidade. A “fazenda” do BSF será totalmente auto sustentável, produzindo a própria energia (solar, gás, biodiesel). É o instituto da agroecologia, uma forma de agricultura sustentável que retoma as concepções agronômicas anteriores à chamada revolução verde. No projeto BSF serão aplicadas práticas de agricultura que incorporam as questões sociais, políticas, culturais, ambientais, energéticas e éticas.


Estufa de 4,7 metros de altura, que proporciona maior conforto térmico para as plantas, aumenta a qualidade e a produtividade de hortaliças, principalmente no período chuvoso, modelo exposto na ExpoagroDF 

No projeto BSF serão instaladas vilas residenciais, escola, creches, centro comunitário cultural, quadras esportivas e posto de saúde.

Os produtos cultivados na “fazenda” do BSF serão destinados à venda para supermercados, feiras, prefeituras, hospitais, creches, além de destinados à doações à pessoas atingidas por tragédias naturais.

Inauguração da Casa de Apoio do Instituto 21.09.2007

Com a presença de autoridades e jornalistas de Rondônia, o jornalista Roberto Kuppê inaugurou as dez horas desta sexta-feira 21/09, a Casa de Apoio do Instituto Mateus Moraes. A Entidade que tem fins filantrópicos abrigará pacientes e acompanhantes que precisam de deslocar ao Distrito Federal para tratamento de Saúde, está situada na Avenida W3 Sul – no número 47. Durante a inauguração houve a eleição da chapa única que irá administrar o Instituto, composta por Júlia Arcanjo, vice -presidente, diretor jurídico, Francisco Ruiz, diretor financeiro Marcelo Gladson e diretor técnico, Jesus Duarte. Durante seu discurso, o jornalista e presidente do Instituto, jornalista Roberto Kuppê se emocionou quando citou seu irmão Matheus Moraes e cobrou dos políticos de Rondônia maiores investimentos na área social. Nesta segunda-feira, a casa de apoio começa a receber os primeiros rondonienses que buscam tratamento de saúde na capital federal.

Inauguração do Instituto Matheus Moraes, em 26.03.2008-Brasília

Brasília – Em cerimônia que contou com a presença de autoridades governamentais, empresários, jornalistas e representantes do Terceiro Setor, foi inaugurada na noite desta terça-feira (26-03), no Edifício Assis Chateaubriand, no centro de Brasília, a sede do Instituto Matheus Moraes, idealizado pelo jornalista e empresário Roberto Kuppê. 
O objetivo do IMM é desenvolver ações sociais fundamentadas em parcerias com instituições nacionais e internacionais e os governos federal, estaduais e municipais, como por exemplo, a elaboração e execução de projetos que atendam as pessoas mais necessitadas do país. O IMM terá sede em Brasília, mas atuará em vários estados, além de Rondônia e o Distrito Federal. 

Em seu discurso, Roberto Kuppê destacou que a inauguração do Instituto “é a realização de um sonho que só foi possível por uma Dádiva de Deus em minha vida”. Ele disse ainda que a criação do IMM tem um significado especial em sua vida, “pois sei que preciso fazer desta instituição uma ferramenta de promoção do bem estar social e do pleno exercício da caridade divina aos nossos irmãos pobres, miseráveis e desvalidos de toda ordem”. Segundo Kuppê, esse é o compromisso espiritual que ele tem “com o nosso Mestre, Jesus Cristo, uma preocupação sincera de lutar por mudanças sociais, pela construção de uma sociedade mais justa e fraterna”. 
O jornalista Roberto Kuppê ressaltou ainda em seu discurso que este sonho de implantar um instituto para desenvolver ações sociais, ele acalenta há muitos anos e até chegou a pensar que não poderia realizá-lo. “Nos últimos meses que antecederam o dia da Sorte Grande, eu estava particularmente desesperado. Não naquele desespero dos pobres e miseráveis, mas desesperado em meus sonhos de um dia ajudar pessoas a mudarem seus destinos, porque eu jamais realizaria. Só um milagre. E o milagre aconteceu e hoje estou aqui inaugurando não um prédio, não amontoado de salas bem decoradas e cheias de computadores modernos, mas um projeto de vida, um projeto de futuro para crianças, adolescentes, adultos e idosos deste Brasil”. 

O presidente do Instituto Matheus Moraes concluiu seu discurso afirmando que os desafios e as decisões que devem ser tomadas são difíceis, às vezes incompreendidas à princípio, mas no final, a coerência e a clareza sempre dão bons resultados. “Se quisermos viver num país próspero, temos que começar, desde já, a trabalhar por um projeto de renovação da educação brasileira. O dia em que um menino na escola aprender a ser homem com base moral, segundo a Lei do Criador, e a ser cidadão segundo a Lei do Homem, ele será instruído pelo estudo e moralizado pelo trabalho, pois a verdadeira escola é aquela que ensina moralizando e moraliza ensinando”, afirmou Kuppê. 

Durante a cerimônia de inauguração do Instituto Matheus Moraes a banda Sedna, patrocinada pelo jornalista Roberto Kupê, apresentou quatro músicas de compositores brasileiros que falam sobre solidariedade e a questão social . Houve ainda assinaturas de convênios e parcerias entre o IMM e instituições do Terceiro Setor de outros estados. 

A cerimônia contou com a presença dos mais conhecidos jornalistas sociais de Brasília (que apresentam programas de televisão na cidade): Gilberto Amaral e Bernadete Alves. 

Autor: Lima Rodrigues | Fonte: Extra Rondonia

Sebastião Salgado divulga foto de restauração florestal após 20 anos

Ofotógrafo brasileiro Sebastião Salgado e a esposa,Lélia Wanick Salgado, divulgaram no Facebook uma montagem que mostra a restauração florestal na propriedade da família. As imagens têm 20 anos de diferença, e a comparação impressiona.

O casal criou o Instituto Terra, responsável pela restauração, quando Salgado voltou de uma viagem fotográfica à Ruanda em 1994, onde documentou o genocídio que ocorreu na região. O objetivo inicial era replantar 4 milhões de árvores — cerca de 17 mil acres de terra — naturais da região.
“Apenas cerca de 0,5% da terra estava coberta de árvores. Então minha esposa teve a ideia fabulosa de replantar esta floresta. E quando começamos a fazer isso, todos os insetos, pássaros e peixes retornaram e, graças a esse aumento das árvores, eu também renasci — este foi o momento mais importante ”, contou o fotógrafo ao jornal britânico The Guardian em 2015.


SEBASTIÃO SALGADO E A ESPOSA LÉLIA WANICK SALGADO (FOTO: FACEBOOK SEBASTIÃO SALGADO)

O processo replantio em si só começou em 1999, já que a região de Minas Gerais em que a propriedade da família está situada sofreu com escassez de água até o período. A primeira etapa foi plantar leguminosas, que ficaram responsáveis por recuperar o nitrogênio no solo. 

A primeira leva de mudas plantadas, contudo, não deu certo: “Fizemos os buracos [no solo] muito apertados”, disse Salgado ao Smithsonian. “Durante semanas eu estava doente — doente por ver aquele desastre.”

Mas a dupla não desistiu, e no ano seguinte a perda foi de apenas 20% da plantação. Hoje Salgado e a esposa contam com a ajuda de voluntários e especialistas — as perdas anuais não chegam a 10%. 
A floresta é uma reserva natural sem fins lucrativos e sua restauração trouxe de volta diversas espécies de animais para a região. Hoje, o casal treina jovens ecologistas, que plantam e nutrem milhões de mudas no viveiro.

Fonte: Galineu

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